Olha eu aqui de novo! Pois é, depois de um tempinho fora do ar, a Locomotiva Viajnate tá de volta. A gente já chegou no Brasil, mas ainda temos boas histórias e dicas pra contar sobre a nossa volta ao mundo.

É a vez de Bangkok. Saímos de Chiang Mai, ao norte da Tailândia, em um voo de apenas 1h10 da Thai Airways Smile, versão mais econômica da Thai. Pousamos no gigantesco Aeroporto Internacional de Bangkok-Suvarnabhumi. Logo na chegada deu pra ver o tamanho de tudo o que nos esperava na capital do país.

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Para ir ao centro da cidade pegamos o Airport Rail Link, o trem/metrô que sai do aeroporto. Uma ótima opção, por ser rápido e barato. Até porque a distância é bem longa, cerca de 25Km até o centro.

A linha azul tem mais paradas e, consequentemente, mais lenta. O valor do seu bilhete vai depender da estação que você vai desembarcar – variando entre 15 e 45 baths. A linha amarela e vermelha são as linhas EXPRESS – que tem apenas um destino final.

A linha vermelha chega na estação Makkasan e a linha amarela chega na estação Phaya Thai.

O bilhete do Airport Link é uma moedinha, um token, que deve ser inserido na máquina. Tem um para inserir na entrada da estação e outro token para inserir na saída. Tem que ficar ligado nisso, pois só dá pra sair da estação com esse token, ok?2015-12-14 16.20.30_mini 2015-12-14 16.20.36_mini 2015-12-14 16.12.44_mini 2015-12-14 16.54.49_mini

O nosso hotel ficava próximo da estação Makkasan. O trajeto até lá durou cerca de 22 minutos e pagamos 35 baths (R$ 3,30). É baratinho, mas não se engane. Tudo é longe em Bangkok. É sempre necessário pegar um tuk-tuk, o metrô (Sky Train) ou um táxi. Esse último deveria rodar sempre com o taxímetro ligado. Mas em Bangkok a minha sensação é que todo mundo tenta dar uma enganada, a todo momento. Então fique sempre de olho e faça o taxista ligar o taxímetro para evitar confusões. De todas as cidades que passei Bangkok foi, na minha opinião, a que mais tentavam me passar a perna. Tem muita gente esperta. Então abra bem os olhos e combine tudo antes de fechar qualquer coisa.

Hospedagem

Em Bangkok, as opções de hospedagem são inúmeras. Pegamos uma boa promoção e acabamos ficando no centrão da cidade, no Majestic Grande Hotel. Muito bom o hotel, com café da manhã sensacional. A localização eu não achei das melhores, mas como ficamos poucos dias na cidade, deu tudo certo.

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Vista do quarto

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GRANDE ENCONTRO

Foi em Bangkok que encontramos um grande amigo, o Herbert Mascarenhas. Ele aproveitou que tava ali perto e chegou pra passar um mês rodando com a gente pela Tailândia. Tava até tenso com a loucura toda de Bangkok rsrsrsrsrs… IMG_6549IMG_6555

No primeiro dia saímos pra conhecer essas loucuras da cidade bem de perto. E já na primeira negociação com um taxista em frente ao nosso hotel fechamos pra ir aos principais pontos turísticos de Bangkok. E pra variar, já fomos pegos na malandragem. O taxista disse no meio do caminho que havia muito trânsito e que não poderia nos levar até o Grand Palace. Acabou nos levando para uma estação de barcos. Tudo armado, claro. Chegando lá os caras queriam cobrar uma nota preta pra fazer o trajeto numa “voadeira” até o Grand Palace. Não aceitamos, mas o taxista disse que não levaria de volta para o hotel. Depois de um bom bate-boca, cedemos ao barquinho pra evitar mais chateações. Golpe do barquinho em Bangkok: check!2015-12-15 12.20.23_mini 2015-12-15 12.23.53_mini

Aproveitamos esse dia para rodarmos bastante pela cidade. Apesar de não ter um sol de lascar, tava um calor siniiiiiiistro, com muita umidade. Era andando e suando por Bangkok.

A primeira parada foi em um dos principais templos da Tailândia, o Wat Pho. Também conhecido como o Templo do Buda Reclinado. A imagem dourada tem 43 metros de comprimento e a posição dele deitado simboliza o último momento de iluminação, pouco antes da morte, quando Buda tinha aproximadamente 80 anos. A entrada custa 100 baths (R$ 9,30) e vale lembrar que tem de estar vestido apropriadamente. Shorts e ombros de fora são proibidos. E, claro, os calçados devem ser colocados numa sacola que eles mesmos fornecem, e basta devolvê-la na saída. Ah, e tome cuidado com a carteira. Tem até cartaz ressaltando isso lá. 2015-12-15 12.50.02_mini 2015-12-15 12.53.34_mini2016-04-20 13.39.44_mini_miniA gente combinou o Wat Pho com a visita ao Grand Palace, o Grande Palácio de Bangkok, que serve de residência para a família real tailandesa.2015-12-15 15.43.28_mini

São 500 baths (R$ 47,00) para entrar e lá dentro é bem cheio, viu? Isso porque é uma das principais atrações turísticas do país. Pegamos uma boa filinha pra entrar. Do lado de fora há vários amigos “malandrinhos” querendo alugar roupas aos turistas. Homem só pode entrar de calça e mulher tem que estar com joelhos e ombros cobertos. Mas não caia nessa, porque logo depois de entrar no Palácio, há uma sala em que eles emprestam as roupas. Só precisa deixar um valor como caução. Tranquilo.

2016-04-20 13.42.05_mini_mini_miniUma das grandes atrações que fazem parte da visita ao Grand Palace é o Wat Phra Kaew, o templo do Buda de Esmeralda. Mas esse Buda é só pra ver mesmo de longe, ok? Não é permitido tirar fotos no templo. Eu até vi um guardinha pegando uma câmera de uma turista desavisada e apagando todas as fotos que tirou. E ainda sobrou um bom esporro pra ela. Então, nada de máquinas ou celulares, beleza? 2015-12-15 15.10.26-1_mini

Um outro templo super famoso é o Wat Arun (Templo do Amanhecer), um importante símbolo da cidade. Mas estava em obras e, por isso, fechado ao público. Ele fica do outro lado do Rio Chao Phraya. Acabamos vendo só de longe mesmo.

E depois de tanta chateação de taxista, decidimos ir andando mesmo do Grand Palace até uma das ruas mais visitadas de Bangkok, a Khaosan Road. É uma rua de maior concentração de mochileiros em Bangkok e tem de tudo. Barraquinhas de rua, restaurantes legais, outros nem tão bacanas, bares, barbeiros de rua, falsificadores de documentos. Isso mesmo, tem de tudo! Até os famosos espetinhos de insetos pra degustar. Uma doideira que vale a visita. Ou não. rsrsrsrsIMG_6652 IMG_6845IMG_6651

 

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Vai um escorpião aí? E que tal uma pele de cobra frita? Também tem larva, barata, grilo e aranha…

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E no meio da agitação da rua encontramos um lugar bem calmo: o Buddy Beer Wine Bar and Seafood Restaurant. Um bom local pra dar uma pausa e tomar um suco de manga ou comer algo bem saboroso ali no caos da Khaosan Road. IMG_6659Tudo tranquilo até ouvirmos uma história da mesa ao lado. Era sobre uma pessoa que virou-se para o garçom e disse “wi-fi”, e ele prontamente deu um “hi-five” no cliente. Foi o suficiente pra gente chorar de rir…kkkkkkkkkIMG_6996

Ainda queríamos dar um pulo no Mercado Flutuante, mas soubemos que ficava a 1h30min da cidade e desistimos. A gente tava muito cansado e o pessoal do hotel estava cobrando uma fortuna pra levar a gente. Fica pra próxima esse passeio.

No dia seguinte pagamos cerca de R$ 110,00 por um táxi até o aeroporto. Próxima parada: as ilhas do lado lesta da Tailândia. Lá vem então Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao. E incluindo um rolé pela pequena e especial Koh Nangyuan.

Até já, passageiros!